segunda-feira, 16 de abril de 2018

Um pouco sobre asfixia erotica

Asfixia Erótica

O que é Asfixia Erótica

É considerada Asfixia Erótica quando o indivíduo interrompe  intencionalmente o fluxo de oxigênio para o cérebro com a intenção de  excitação sexual. Seja por estrangulamento, garroteamento, afogamento, tanto faz. A prática também é Asfixiofilia. Trata-se de uma parafilia que devido ao seu risco letal é considerada uma prática de risco. Principalmente o caso da asfixia autoerótica, pois o risco de apagar e não ter ninguém que possa ajudar a reanimar é grande, pode ser mortal.

O risco é  muito questionado pelos fetichistas apreciadores, pois mistura-se ao prazer. Como se um não existisse sem o outro. Quem sabe o risco  é um fator potencializador do tesão? Se por um lado, o tempo que ficou “apagado”, sem oxigenação, pode (eu disse “pode” não disse “vai”) causar danos reais com risco até de morte, por outro lado  é fato que a falta de oxigenação dá um certo “barato” e a sensação de “volta” é também um grande prazer, segundo os amantes da prática.

Tipos de Asfixia Erótica

Autoasfixia – independente da variação, é quando a própria pessoa aplica em si o ato.

Afogamento – mergulhar a cabeça na água

Estrangulamento – mãos ou braços estrangulando o pescoço

Hand Smothering – mãos tampando boca e nariz

Breast Smothering – asfixiar com os seios

Máscara de Gás – uso de máscaras para conter a passagem de oxigênio

Face Sitting – asfixiar sentando na face

Garroteamento – uso de cordas, lenços e outros em volta do pescoço para asfixiar

Sacos Plásticos – uso de saco ou filme plástico na cabeça para conter a passagem de oxigênio

Trampling – asfixiar pisoteando, seja pela compressão no torax ou  pés no pescoço.

Cuidados e Riscos

Ter consciência que há risco de morte. É claro que atravessar a rua também é arriscado e nem por isso a gente deixa de fazê-lo, no entanto, os riscos com a prática são reais e não apenas “terrorismo” da minha parte.

Se fizer, nunca faça sozinho. Pela pequena lista citada na wikipedia dá pra perceber que os casos de morte por autoasfixia são muito maiores do que por estrangulamento.

Confiar no outro durante a prática é primordial, crie um código (algo com dois tapas na cama ou no braço talvez), mas lembre-se que durante  o ato pode haver certa desorientação, portanto, estar com alguém que seja extremamente consciente é essencial.

Evitar estar alcoolizado, asfixiador e asfixiado. O álcool muda os parâmetros de julgamento e pode colocar em risco o prazer e a vida.

Estar preferencialmente sentado ou recostado é mais seguro. Dessa maneira o asfixiado pode pousar a mão no braço do asfixiador, pode ser um bom sinalizador se o braço pender com um possível desmaio.

Se estiver asfixiando por trás, com o braço, tipo “sossega leão” (chave de braço em volta do pescoço), uma boa dica é estar diante do espelho. Assim é possível observar melhor as expressões e reações do outro.

No caso de desmaio soltar imediatamente para liberar a circulação sanguínea

Um tapa na face, de susto, ajuda também na reativação da circulação sanguínea.

Se a liberação do estrangulamento e nem o tapa der jeito, aí… Reze… Mas reze ligando para a emergência e tentando uma respiração boca a boca e massagem toráxica. 

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